O Romeu foi o sonho real da Julieta no drama shakespeariano. Não por acaso, este mesmo Romeu se perpetua em formas diversas na mente e no coração de tantas outras jovens sedentas por amor.
No subconsciente de todas as garotas vive um belo e formoso rapaz, o último dos românticos. A perfeita visão do príncipe encantado das histórias infantis contadas pela mãe, ao pé da cama, minutos antes de dormir.
Tal visão pode mudar em cada perigosa mente feminina. Uns são loiros, outros morenos. Alguns são fortes e másculos outros, magros e delicados. Adônis e Narciso. Mas o que todos os Romeus têm em comum é a existência inexistente.
Paradoxal? Talvez. O que não podemos negar é que todas as meninas têm (entre tantos outros) um delírio, no mínimo, interessante. Nós, mulheres, imaginamos alguém por quem buscar. Criamos, em nosso momento Julieta, nosso Romeu.
O Romeu é o símbolo da exigência feminina. O símbolo do inalcançável por nós, singelas mortais. Só Julieta foi tão longe. Só ela mereceu o amor de Romeu. Ainda assim, teve que pagar o amor com dor, com a própria morte.
O desejado príncipe não precisa mais salvar a mocinha da madrasta malvada ou resgatá-la de torres protegidas por dragões. Ele precisa apenas salvar a donzela de si mesma.
Quiçá faltem Julietas no mundo. Meninas puras, de bom coração, que se deixem serem salvas e que não tenham medo de amar.
Apenas não me perguntes o que é “este tal de amor”. Aliás, seu moço, sabes donde estará meu Romeu?
Palavras não valem nada
mas eu gosto delas...
terça-feira, 20 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Tempo, tempo, tempo...
E finalmente eu percebo a força do tempo. Como ele passa rápido e como pode ser cruel. Como os dias são corridos: trabalho, escola, almoço, janta, banho, dormir e amanhã tudo de novo. Como os sábados se tornam inúteis quando tu bebeste tudo o que não podia na noite passada. Como os domingos são inúteis, independente do tu fizeste na noite anterior. Como o “mês que vem” já está vindo.E eu percebo que não percebo os dias passarem quando vejo várias folhas da minha agenda em branco, quando o dia da prova já chegou, quando o dinheiro do mês já acabou, quando o desespero chega.
Tempo, vai mais devagar!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Meu frasquinho de vidro
Gosto desse texto. É um dos meus preferidos. Escrevi pensado em um certo alguém, que talvez nunca tenha realmento existido. Talvez ele apenas tenha sido aquilo que eu queria que ele fosse. Decepcionei-me por ter criado expectativas no sorriso feliz que via no rosto dele. Queria que não tivesse sido assim. Mas não posso reclamar, ele me deu um dos meus melhores textos... O meu frasquinho de vidro.
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Há quem acredite que “a primeira impressão é a que fica”. Um velho dito popular, mas bastante significativo. Devemos estar sempre prontos para a nossa primeira vez e atentos à estreia dos outros em nossas vidas. Uma fechada que volta.
Imprescindivelmente, julgamos de modo precoce nossos mais novos conhecidos. Analisamos as primeiras reações, os primeiros atos e permitimo-nos ao pequeno luxo de prescrever sentenças, escolhendo com que nos relacionaremos, de quem falaremos mal e deixaremos todos os outros caírem nas entranhas de nossa indiferença.
É bastante provável que possamos cometer enganos. Não falaremos mais com aqueles que, pouco tempo antes, nos pareceram pessoas interessantes. Surpreenderemo-nos com alguns poucos. Mas, neste ponto, os que nos são indiferentes terão crescido de número. Serão aquelas pessoas, paradas ao nosso lado e nos acostumaremos a elas como quem se acostuma à móveis, sem nenhuma ou com pouca utilidade.
Contra todas as expectativas, um dia encontraremos uma pessoa que, apesar de todos os nossos esforços, não caberá em nossas conclusões precipitadas e se tornará um enorme ponto de interrogação.
O gigantesco símbolo que nos induz ao questionamento não será causado apenas pela presença do estranho conhecido, mas também por algo que ele trará consigo. Algo que irá interferir em nós, que irá nos incomodar, seja o silêncio que não se expõem à nossa curiosidade; seja a inquietude que atrapalha nossa calma; ou até a felicidade excessiva.
Não estou tentando ser pretensiosa, mas essa é uma opinião que poderia subverter a trivialidade da sociedade: quem tem coragem suficiente para se declarar uma pessoa “feliz”?
Um dia, ouvi alguém dizendo-se feliz. Alguém que havia conhecido há pouco e que poderia ter caído no vácuo da indiferença. Mas não foi tão simples. Meu coração acometeu-se por um estranho e ingrato sentimento: o ciúme.
Por algum estranho motivo, aquela declaração tão confiante de felicidade me deixou perturbada. O inusitado objeto da minha inveja tornou-se meu ponto de interrogação pessoal.
Apesar disso, não demorei para formular minha hipótese a seu respeito: ele pareceu-me um frasquinho, feito de um vidro frágil e quebradiço, mas que guardava uma essência preciosa.
Pensando assim, vi o quão vazias as pessoas são. Todos protegem os seus frascos, cobrindo-os com camadas e mais camadas de qualquer material que lhes pareça impenetrável e não se dão conta de que seus frascos estão vazios.
Não sei o que o meu frasco esconde, mas agora ele ma parece encoberto pelo gelo. Talvez eu ainda consiga derretê-lo e encontrar minha própria essência.
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Há quem acredite que “a primeira impressão é a que fica”. Um velho dito popular, mas bastante significativo. Devemos estar sempre prontos para a nossa primeira vez e atentos à estreia dos outros em nossas vidas. Uma fechada que volta.
Imprescindivelmente, julgamos de modo precoce nossos mais novos conhecidos. Analisamos as primeiras reações, os primeiros atos e permitimo-nos ao pequeno luxo de prescrever sentenças, escolhendo com que nos relacionaremos, de quem falaremos mal e deixaremos todos os outros caírem nas entranhas de nossa indiferença.
É bastante provável que possamos cometer enganos. Não falaremos mais com aqueles que, pouco tempo antes, nos pareceram pessoas interessantes. Surpreenderemo-nos com alguns poucos. Mas, neste ponto, os que nos são indiferentes terão crescido de número. Serão aquelas pessoas, paradas ao nosso lado e nos acostumaremos a elas como quem se acostuma à móveis, sem nenhuma ou com pouca utilidade.
Contra todas as expectativas, um dia encontraremos uma pessoa que, apesar de todos os nossos esforços, não caberá em nossas conclusões precipitadas e se tornará um enorme ponto de interrogação.
O gigantesco símbolo que nos induz ao questionamento não será causado apenas pela presença do estranho conhecido, mas também por algo que ele trará consigo. Algo que irá interferir em nós, que irá nos incomodar, seja o silêncio que não se expõem à nossa curiosidade; seja a inquietude que atrapalha nossa calma; ou até a felicidade excessiva.
Não estou tentando ser pretensiosa, mas essa é uma opinião que poderia subverter a trivialidade da sociedade: quem tem coragem suficiente para se declarar uma pessoa “feliz”?
Um dia, ouvi alguém dizendo-se feliz. Alguém que havia conhecido há pouco e que poderia ter caído no vácuo da indiferença. Mas não foi tão simples. Meu coração acometeu-se por um estranho e ingrato sentimento: o ciúme.
Por algum estranho motivo, aquela declaração tão confiante de felicidade me deixou perturbada. O inusitado objeto da minha inveja tornou-se meu ponto de interrogação pessoal.
Apesar disso, não demorei para formular minha hipótese a seu respeito: ele pareceu-me um frasquinho, feito de um vidro frágil e quebradiço, mas que guardava uma essência preciosa.
Pensando assim, vi o quão vazias as pessoas são. Todos protegem os seus frascos, cobrindo-os com camadas e mais camadas de qualquer material que lhes pareça impenetrável e não se dão conta de que seus frascos estão vazios.
Não sei o que o meu frasco esconde, mas agora ele ma parece encoberto pelo gelo. Talvez eu ainda consiga derretê-lo e encontrar minha própria essência.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
A luz do corredor
Sei que faz tempo que não posto, mas é hora de voltar à ativa. Para isso, nada melhor do que uma crônica digna de menção honrosa no Concurso Literário de Caxias do Sul de 2009.
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Sempre me perguntam quais as coisas que eu quero. Presentes de aniversários, natal ou qualquer outra data comemorativa. Educadamente, respondo o que mamãe ensinou: “não precisa se preocupar em me dar presentes...”. Depois de alguma insistência da parte da outra pessoa, esqueço mamãe e peço alguns CD’s ou livros. Na maioria das vezes ganho peças de roupa.
Nunca disse a ninguém o que realmente queria. Talvez jamais tenha contado sobre meu pequeno sonho por medo de represálias ou risos de tolice. Ou simplesmente porque não tenha encontrado meu verdadeiro mimo nas prateleiras das lojas. Ou porque sabia que meus desejos não se realizariam.
Sim, eu sabia. Sempre soube. Desde a primeira velhinha sobre o bolo de aniversário. Era durante o coro de “parabéns pra você” que eu pedia em pensamento o que adulto nenhum me dera. Mas nem a velhinha, nem a Fada do Dente ou o Anjinho da Guarda, minha entidade máxima, trouxeram o que eu pedia. Contentava-me, então, em discutir com o Anjinho desenhado em um pedaço de papel, que eu acreditava me proteger quando alguém brigava comigo ou quando chovia muito forte.
Mas agora, chega! Vou gritar, vou pedir, vou libertar a minha ânsia pela verdade, vou pedir o que realmente quero (tudo isso, é claro, com toda a educação que mamãe levou anos para me ensinar).
Eu quero que alguém me pergunte se eu estou bem e realmente queira saber a resposta; que alguém me pergunte como foi meu dia, o que aprendi hoje; que alguém me ajude a fazer a lição de casa; que alguém me parabenize por ter gabaritado a prova de matemática; que alguém me repreenda por não estudado para a prova de amanhã; que alguém diga que estou bonita hoje; que alguém saiba qual a minha cor preferida; que alguém diga que eu sou inteligente e aplicada, e que esse alguém não seja meu professor de química.
Eu quero que papai me dê um beijo de boa-noite e deixe a porta do quarto entreaberta, para a luz do corredor entrar e espantar o bicho-papão que está embaixo da cama.
Eu só quero a luz do corredor.
Mas eu sempre dormi no escuro.
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Sempre me perguntam quais as coisas que eu quero. Presentes de aniversários, natal ou qualquer outra data comemorativa. Educadamente, respondo o que mamãe ensinou: “não precisa se preocupar em me dar presentes...”. Depois de alguma insistência da parte da outra pessoa, esqueço mamãe e peço alguns CD’s ou livros. Na maioria das vezes ganho peças de roupa.
Nunca disse a ninguém o que realmente queria. Talvez jamais tenha contado sobre meu pequeno sonho por medo de represálias ou risos de tolice. Ou simplesmente porque não tenha encontrado meu verdadeiro mimo nas prateleiras das lojas. Ou porque sabia que meus desejos não se realizariam.
Sim, eu sabia. Sempre soube. Desde a primeira velhinha sobre o bolo de aniversário. Era durante o coro de “parabéns pra você” que eu pedia em pensamento o que adulto nenhum me dera. Mas nem a velhinha, nem a Fada do Dente ou o Anjinho da Guarda, minha entidade máxima, trouxeram o que eu pedia. Contentava-me, então, em discutir com o Anjinho desenhado em um pedaço de papel, que eu acreditava me proteger quando alguém brigava comigo ou quando chovia muito forte.
Mas agora, chega! Vou gritar, vou pedir, vou libertar a minha ânsia pela verdade, vou pedir o que realmente quero (tudo isso, é claro, com toda a educação que mamãe levou anos para me ensinar).
Eu quero que alguém me pergunte se eu estou bem e realmente queira saber a resposta; que alguém me pergunte como foi meu dia, o que aprendi hoje; que alguém me ajude a fazer a lição de casa; que alguém me parabenize por ter gabaritado a prova de matemática; que alguém me repreenda por não estudado para a prova de amanhã; que alguém diga que estou bonita hoje; que alguém saiba qual a minha cor preferida; que alguém diga que eu sou inteligente e aplicada, e que esse alguém não seja meu professor de química.
Eu quero que papai me dê um beijo de boa-noite e deixe a porta do quarto entreaberta, para a luz do corredor entrar e espantar o bicho-papão que está embaixo da cama.
Eu só quero a luz do corredor.
Mas eu sempre dormi no escuro.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Feliz Ano Novo!!
O texto a seguir é de autoria de Carlos Drummond de Andrade, mas acho ele excelente... Então, Feliz 2009 à todos!!
"...
Porque doze meses
dão para qualquer ser humano
cansar e entregar os pontos...
Aí entra o milagre da renovação
e tudo começa outra vez
com outro número
e outra vontade de acreditar
que daqui por diante
vai ser diferente.
Vai?
Acredito plenamente que sim."
sábado, 6 de dezembro de 2008
Sobre futebol e impedimentos
E o Inter é campeão da Sul-Americana!!!!!!
Eu, como uma boa colorada, escrevi um texto sobre futebol em homenagem. Não é bem sobre o Inter, mas o que vale é a intenção...
Inicie minha vida esportiva na frente da televisão, sentada ao lado de meu pai. Sequer sei chutar uma bola de futebol, mas desde criança assisto aos jogos. Lembro de meu pai, sentado silencioso frente à mesa da cozinha com uma xícara enorme de café, toda quarta-feira à noite esperando pelo jogo de futebol. Sentava-me ao lado dele, à mesa. Não que eu quisesse realmente ouvir a narração insuportável do Galvão Bueno, simplesmente não queria ir dormir cedo. Assim, tinha uma desculpa para não ir para a cama quando minha mãe gritava que já estava tarde.
O fato é que passei a gostar de futebol. Não entendia absolutamente nada sobre o assunto e meu pai não se disponibilizava muito a me explicar. Então, em cada jogo aprendia algo diferente. Às vezes observava, outrora ouvia os comentários do que meu tio dirigia, indignado, às paredes.
Outro dia ainda, descobri o maior dos enigmas futebolísticos: o que é um impedimento. Sempre ouvi falar que “aquele gol estava impedido”, ou “não estava impedido nada! O bandeirinha é que estava errado”, na televisão até colocavam uma linha imaginaria no campo para observar sei lá o que. Mas ninguém nunca dizia o que era um impedimento. Nem os comentadores esportivos, nem meu tio, quanto menos o silêncio de meu pai diziam algo.
Quem me salvou da ignorância foram alguns colegas, que fizeram até fizeram um desenho explicativo. Entendi. Só não me peçam para explicar, precisaria de um papel e uma caneta.
Superado o trauma impedimento, outra coisa que sempre me perturbou foi que nunca tive nada do meu time, o Internacional (herança das quartas-feiras à noite assistindo o jogo com meu pai). Nunca ganhei sequer um adesivo. Uma vez meu pai apareceu em casa com um chaveiro do Inter. Botou ele na parede. O chaveiro ainda está lá, mas não é meu. Qualquer dia eu seqüestro ele e não devolvo mais. Ainda assim, não é meu.
Também nunca fui num estádio de futebol. Mas já perdi muitos domingos assistindo aos jogos (não foram só quartas-feiras...). Dizem que é perigoso. Pessoalmente, prefiro o conforto do lar. Com uma xícara enorme de café bem forte.
Ah!, e quanto a não a não saber chutar uma bola, não tem problema... Existem muitas canelas de meninos a serem acertadas.
Eu, como uma boa colorada, escrevi um texto sobre futebol em homenagem. Não é bem sobre o Inter, mas o que vale é a intenção...
Inicie minha vida esportiva na frente da televisão, sentada ao lado de meu pai. Sequer sei chutar uma bola de futebol, mas desde criança assisto aos jogos. Lembro de meu pai, sentado silencioso frente à mesa da cozinha com uma xícara enorme de café, toda quarta-feira à noite esperando pelo jogo de futebol. Sentava-me ao lado dele, à mesa. Não que eu quisesse realmente ouvir a narração insuportável do Galvão Bueno, simplesmente não queria ir dormir cedo. Assim, tinha uma desculpa para não ir para a cama quando minha mãe gritava que já estava tarde.
O fato é que passei a gostar de futebol. Não entendia absolutamente nada sobre o assunto e meu pai não se disponibilizava muito a me explicar. Então, em cada jogo aprendia algo diferente. Às vezes observava, outrora ouvia os comentários do que meu tio dirigia, indignado, às paredes.
Outro dia ainda, descobri o maior dos enigmas futebolísticos: o que é um impedimento. Sempre ouvi falar que “aquele gol estava impedido”, ou “não estava impedido nada! O bandeirinha é que estava errado”, na televisão até colocavam uma linha imaginaria no campo para observar sei lá o que. Mas ninguém nunca dizia o que era um impedimento. Nem os comentadores esportivos, nem meu tio, quanto menos o silêncio de meu pai diziam algo.
Quem me salvou da ignorância foram alguns colegas, que fizeram até fizeram um desenho explicativo. Entendi. Só não me peçam para explicar, precisaria de um papel e uma caneta.
Superado o trauma impedimento, outra coisa que sempre me perturbou foi que nunca tive nada do meu time, o Internacional (herança das quartas-feiras à noite assistindo o jogo com meu pai). Nunca ganhei sequer um adesivo. Uma vez meu pai apareceu em casa com um chaveiro do Inter. Botou ele na parede. O chaveiro ainda está lá, mas não é meu. Qualquer dia eu seqüestro ele e não devolvo mais. Ainda assim, não é meu.
Também nunca fui num estádio de futebol. Mas já perdi muitos domingos assistindo aos jogos (não foram só quartas-feiras...). Dizem que é perigoso. Pessoalmente, prefiro o conforto do lar. Com uma xícara enorme de café bem forte.
Ah!, e quanto a não a não saber chutar uma bola, não tem problema... Existem muitas canelas de meninos a serem acertadas.
sábado, 22 de novembro de 2008
Também quero!!
De repente, a vontade desmedida de ter um blog próprio tomou conta do meu ego. Um lugar onde escrever meus textos desconexos e sem temer os que as pessoas dirão a respeito de minha mente desmedida...
O gosto pela leitura de textos alheios talvez seja o que mais me impulsionou a criação de um blog próprio. Saber o que os outros pensam sobre assuntos banais ou qual a capacidade que eles têm de escrever bem, corretamente ou simplesmente me fazer querer ler o próximo parágrafo.
Sei que nos próximos parágrafos também serei avaliada, criticada e, ainda assim, continuarei escrevendo, só para ouvir novas críticas.
Até parece grande coisa, falando assim, mas, para mim, é importante. O simples ato de escrever é imensamente prazeroso, para aqueles que admiram a arte da palavra.
Escrever, ler, corrigir os erros, trocar palavras por sinônimos, detestar tudo e por um ponto final.
Escrevi, li, corrigi os erros, troquei as palavras por sinônimos, detestei tudo. Então, aqui está o ponto final.
Ah, e um bom resto de dia pra você, que despendeu seu aqui.
Volte sempre.
O gosto pela leitura de textos alheios talvez seja o que mais me impulsionou a criação de um blog próprio. Saber o que os outros pensam sobre assuntos banais ou qual a capacidade que eles têm de escrever bem, corretamente ou simplesmente me fazer querer ler o próximo parágrafo.
Sei que nos próximos parágrafos também serei avaliada, criticada e, ainda assim, continuarei escrevendo, só para ouvir novas críticas.
Até parece grande coisa, falando assim, mas, para mim, é importante. O simples ato de escrever é imensamente prazeroso, para aqueles que admiram a arte da palavra.
Escrever, ler, corrigir os erros, trocar palavras por sinônimos, detestar tudo e por um ponto final.
Escrevi, li, corrigi os erros, troquei as palavras por sinônimos, detestei tudo. Então, aqui está o ponto final.
Ah, e um bom resto de dia pra você, que despendeu seu aqui.
Volte sempre.
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